Logo após a Segunda Guerra Mundial ocorreu um grande
crescimento econômico em quase todo o mundo. Um dos agentes desse crescimento
foi a expansão da atividade industrial, impulsionada por inúmeros fatores, dentre
os quais se destacam: o crescimento populacional, a ampliação do número de
consumidores de produtos industrializados e a incessante busca de maiores
lucros pelos empresários.
Os custos
econômicos e ambientais desse crescimento industrial irrefreável surgiram
quando o meio ambiente não conseguiu mais absorver a poluição gerada e os gastos
para corrigir os danos provocados tornaram-se inevitáveis, pois a saúde humana,
as propriedades ou os ecossistemas estavam ameaçados.
O documento final desses estudos, publicado em 1987,
chamou-se ``Nosso Futuro Comum´´ ou ``Relatório Brundtland´´. Ele defendia a
distribuição das riquezas como forma de desenvolvimento global e buscava chegar
a um acordo entre as posições antagônicas dos países ricos e pobres. Foi nesse
relatório que se empregou o conceito de desenvolvimento
sustentável, que é ``aquele que atende ás necessidades do presente sem
comprometer a possibilidade e as gerações futuras atenderem ás suas necessidade´´.
Desde então, a
ONU realiza conferências para debater questões, como desenvolvimento e meio
ambiente, e ao mesmo tempo procurar soluções para os principais impactos
ambientais globais. As principais conferências foram:
Estocolmo (1972)-
Conferência das Nações Unidas SOBRE O Meio Ambiente e Desenvolvimento;
Rio de Janeiro
(1992)- ECO-92- Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente
Kyoto (1997)-
Cúpula do Clima e Aquecimento Global ;
Olinda (1999)-
Convenção da Desertificação ;
Haia (2000)-
Cúpula do Clima e Aquecimento Global;
Bonn (2001)-
Cúpula do Clima e Aquecimento Global;
Johannesburgo (2002-
Rio +20)
-Giih


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