quinta-feira, 28 de junho de 2018

Desenvolvimento sustentável: Conferências Internacionais



   Logo após a Segunda Guerra Mundial ocorreu um grande crescimento econômico em quase todo o mundo. Um dos agentes desse crescimento foi a expansão da atividade industrial, impulsionada por inúmeros fatores, dentre os quais se destacam: o crescimento populacional, a ampliação do número de consumidores de produtos industrializados e a incessante busca de maiores lucros pelos empresários.
     Os custos econômicos e ambientais desse crescimento industrial irrefreável surgiram quando o meio ambiente não conseguiu mais absorver a poluição gerada e os gastos para corrigir os danos provocados tornaram-se inevitáveis, pois a saúde humana, as propriedades ou os ecossistemas estavam ameaçados.


    O documento final desses estudos, publicado em 1987, chamou-se ``Nosso Futuro Comum´´ ou ``Relatório Brundtland´´. Ele defendia a distribuição das riquezas como forma de desenvolvimento global e buscava chegar a um acordo entre as posições antagônicas dos países ricos e pobres. Foi nesse relatório que se empregou o conceito de desenvolvimento sustentável, que é ``aquele que atende ás necessidades do presente sem comprometer a possibilidade e as gerações futuras atenderem ás suas necessidade´´.
     Desde então, a ONU realiza conferências para debater questões, como desenvolvimento e meio ambiente, e ao mesmo tempo procurar soluções para os principais impactos ambientais globais. As principais conferências foram:

Estocolmo (1972)- Conferência das Nações Unidas SOBRE O Meio Ambiente e Desenvolvimento;
Rio de Janeiro (1992)- ECO-92- Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente
Kyoto (1997)- Cúpula do Clima e Aquecimento Global ;
Olinda (1999)- Convenção da Desertificação ;
Haia (2000)- Cúpula do Clima e Aquecimento Global;
Bonn (2001)- Cúpula do Clima e Aquecimento Global;
Johannesburgo (2002- Rio +20)


-Giih

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